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Brasil sob ataque: o risco cibernético como ameaça estratégica nacional

  • Foto do escritor: Internology Soluções em Marketing
    Internology Soluções em Marketing
  • 21 de jan.
  • 2 min de leitura

O cenário brasileiro de cibersegurança em 2025 evidencia uma mudança estrutural na natureza do risco. O impacto econômico estimado em 2,3 trilhões de reais, equivalente a aproximadamente 18 por cento do Produto Interno Bruto, demonstra que a insegurança cibernética deixou de ser um problema restrito a áreas técnicas para se consolidar como uma ameaça estratégica de alcance nacional.


Esse impacto reflete não apenas custos diretos associados a incidentes, mas perdas amplas de produtividade, interrupções operacionais, danos à reputação corporativa e consequências regulatórias. A economia digital ampliou a eficiência e a escala dos negócios, mas também criou um ambiente altamente explorável por atores maliciosos que operam de forma organizada e industrializada.


Brasil é alvo de ataques cibernéticos

O Brasil foi alvo de aproximadamente 356 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos ao longo de 2025, consolidando-se como um dos principais epicentros globais do cibercrime. Esse volume não é aleatório. Ele decorre da combinação entre alta digitalização de serviços financeiros, adoção massiva de canais digitais e lacunas persistentes em maturidade de segurança, governança e gestão de riscos.


Nesse contexto, o risco cibernético assume características sistêmicas. Incidentes relevantes impactam cadeias produtivas inteiras, afetam a confiança de consumidores e investidores e comprometem a continuidade de serviços essenciais. A fragilidade de uma organização deixa de ser um problema isolado e passa a representar risco para ecossistemas inteiros.


A leitura estratégica desse cenário exige que líderes empresariais e gestores públicos tratem cibersegurança como um elemento central da resiliência econômica e organizacional. Não se trata apenas de investir em tecnologia, mas de estruturar governança, priorização baseada em risco, capacidade de resposta e comunicação executiva orientada a impacto.


O caminho para a resiliência corporativa passa pela compreensão de que o risco cibernético já opera no mesmo patamar de outras variáveis estratégicas tradicionais. Ignorá-lo compromete a sustentabilidade do negócio. Enfrentá-lo de forma madura fortalece a capacidade de adaptação, continuidade e crescimento em um ambiente digital cada vez mais hostil.


LeanBic Cibersegurança

 
 
 

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